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A personalidade na filosofia social é em primeiro lugar a pessoa alocada com qualidades sociais, que é tais qualidades que ganha na interação com a sociedade. A filosofia social moderna define a tarefa de estudar de vários tipos sociais da personalidade que se formam em consequência da diferenciação social da sociedade. (Lembraremos que a diferenciação - uma consequência da divisão pública do trabalho que dividiu produção material e espiritual, esferas da gestão e submissão, etc.). O conceito "personalidade" não deve confundir-se ao conceito "identidade".

Posteriormente K. Marx repetidamente exprimia o compromisso a esta visão da pessoa e sociedade. Mas, bastante estranhamente soa na luz do supracitado, em todos os trabalhos principais K. Marx de fato levantou-se em uma posição de um sotsiologizm consecutivo, considerando pessoas exatamente e só como "os produtos das circunstâncias e educação".

"A natureza pública", "a essência pública" da pessoa é de cada modo possível ressaltado e tratado de posições do coletivismo terminado ao ponto da absurdidade. A personalidade neste sistema da perspectiva considera-se como tamanho pequeno, e por isso insignificante, como "pequeno parafuso" ao qual em quebra ou substituição de mau funcionamento sempre pode encontrar-se. Em que defeito de tal visão da pessoa? Considerou-se a pessoa não como o objetivo e valor independente, e só como meios da realização de algum transpersonal, e por isso objetivos abstratos e resultados.

Na filosofia entendem uma combinação peculiar na pessoa como identidade natural e social. Vamos observar que a filosofia social não estuda inclinações naturais da personalidade. Interessa-se naquelas condições objetivas e fatores subjetivos que fazem o impacto na pessoa e que cria.